Hoje o Brasil nos visita. Toda semana, mais viajantes de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Sul do país cruzam a porta do Pepito em busca do que um turista realmente quer em Buenos Aires: comida autêntica, porções generosas, um preço que compensa e um atendimento que a gente lembra. Não é por acaso. É um bodegón que abriu as portas em 1950 e que, 75 anos depois, continua fazendo o mesmo que o tornou famoso.
Se você está procurando onde comer em Buenos Aires sem cair na cilada turística de sempre, esta é a história de por que tantos brasileiros acabam nos recomendando aos amigos assim que voltam para casa.
Por que os turistas brasileiros escolhem o Pepito?
Não somos nós que dizemos: são eles, nas dezenas de avaliações deixadas depois de comer aqui. E quando a gente lê todas juntas, aparecem sempre as mesmas coisas.
O atendimento que a gente lembra pelo nome
Se tem uma coisa que se repete nas avaliações dos nossos clientes brasileiros, é um nome: Sérgio. Ou «Serginho», como o apelidaram com carinho.
Thaiana, que veio do Rio de Janeiro e entrou quase por acaso, resumiu melhor do que ninguém: disse que foi o melhor atendimento que recebeu em toda a Buenos Aires. Marilda prometeu voltar e deu «nota 10». Larissa, Luciana, Matheus, Daiana, Murilo… todos escreveram o mesmo nome.
Esse atendimento não é golpe de sorte: é uma tradição da casa. Nosso garçom histórico, Hernando, está há 36 anos neste salão e ainda anota os pedidos de cabeça, sem escrever nada. «Nem caneta eu tenho», ele ri. No Pepito, quem te atende não é um funcionário de passagem: é alguém que faz disso um ofício para a vida toda. E isso se sente na mesa.
Um detalhe honesto para o viajante: nem sempre falamos português com fluência, mas, como contou Caroline na avaliação dela, o garçom «se esforçou» para atendê-la mesmo assim. O espanhol e o português se entendem mais do que parece, e do nosso lado sempre tem alguém disposto a fazer o esforço para você se sentir em casa.
Preço justo: o melhor custo-benefício do centro
O que os brasileiros pedem quando sentam no Pepito? As avaliações deixam claro.
- A milanesa, antes de tudo. Débora chamou direto de «melhor milanesa». Vitor amou o bife à milanesa com nhoque à bolonhesa; G K descreveu como «uma delícia» num bodegón clássico. Temos até uma que leva o nosso nome: a Milanesa Pepito.
- A carne e o asado. Jaime foi longe: disse que foi «a melhor carne que já comi». Não é pouco, vindo do Brasil, terra do churrasco.
- As massas e os frutos do mar. O fettuccine com frutos do mar do Vagnho, os nhoques, o peixe ao molho de espinafre do Alexandre. Tem bodegón para todos os gostos.
E um aviso que, na verdade, é um elogio: aqui as porções são generosas. Anderson colocou em números: um prato serve bem quatro pessoas e ainda sobra. Venha com fome.
Milanesa, carne e porções que não decepcionam
O que os brasileiros pedem quando sentam no Pepito? As avaliações deixam claro.
- A milanesa, antes de tudo. Débora chamou direto de «melhor milanesa». Vitor amou o bife à milanesa com nhoque à bolonhesa; G K descreveu como «uma delícia» num bodegón clássico. Temos até uma que leva o nosso nome: a Milanesa Pepito.
- A carne e o asado. Jaime foi longe: disse que foi «a melhor carne que já comi». Não é pouco, vindo do Brasil, terra do churrasco.
- As massas e os frutos do mar. O fettuccine com frutos do mar do Vagnho, os nhoques, o peixe ao molho de espinafre do Alexandre. Tem bodegón para todos os gostos.
E um aviso que, na verdade, é um elogio: aqui as porções são generosas. Anderson colocou em números: um prato serve bem quatro pessoas e ainda sobra. Venha com fome.
O asado argentino explicado para brasileiros (não é churrasco, e tá tudo bem)
Vale um aviso de amigo antes de sentar: o Pepito não é uma churrascaria. Não tem rodízio, não tem espeto passando de mesa em mesa e a picanha não é a estrela da casa. Aqui é o asado argentino de verdade: cortes na brasa, no ponto certo, servidos no prato ou numa parrillada para dividir. É uma experiência diferente do churrasco brasileiro, e é justamente por isso que vale a pena provar.
Para você não se perder no cardápio, um pequeno dicionário dos nossos cortes:
- Bife de chorizo — o contrafilé argentino: grosso, suculento e cheio de sabor. Um dos mais pedidos.
- Ojo de bife — o «olho» do contrafilé, parecido com o ribeye, macio e marmorizado.
- Bife de lomo — o nosso filé mignon, o corte mais macio de todos.
- Tira de asado — a costela argentina na brasa. Diferente da costela de chão assada por horas: aqui ela vai grelhada, no ponto certo.
- Provoleta — o queijo grelhado argentino, primo do queijo coalho: um provolone que vai à parrilla e chega derretido por fora, perfeito para começar.
- Matambrito de cerdo — um corte fino de porco, bem argentino, sem equivalente direto no Brasil.
E tem as achuras (os miúdos), para quem quer a experiência completa:
- Mollejas — atenção, não é moela! É uma glândula (o timo), macia e delicada, considerada uma iguaria por aqui.
- Chinchulines e riñones (rins) — clássicos da parrilla argentina que valem a experiência.
- Chorizo e morcilla — a linguiça e o chouriço de sangue que não podem faltar na brasa.
Se vocês são um grupo, o melhor é pedir uma parrillada para compartilhar: chega uma tábua com vários cortes e miúdos, e todo mundo prova de tudo. É a forma mais argentina — e mais econômica — de comer.
75 anos de história no coração de Buenos Aires
O Pepito foi fundado pelo asturiano Manuel Cardin em 1950, na rua Montevideo, a poucos metros da avenida Corrientes. Nos seus tempos de ouro, antes de 2001, abria 24 horas e chegava a servir 1000 pratos por dia: era ponto de encontro da noite portenha, e por suas mesas passaram, ao longo das décadas, artistas, políticos, músicos e boxeadores do Luna Park.
Hoje continua no mesmo lugar, com a mesma cozinha que o tornou famoso: é o templo do asado e da milanesa. Quando você come no Pepito, não está comendo num restaurante para turista. Está comendo num pedaço vivo da história gastronômica de Buenos Aires, do mesmo lado do balcão que os portenhos de sempre.
Como chegar e o que saber antes de vir
Onde estamos: rua Montevideo, 383, bem no centro de Buenos Aires (CABA), a poucos passos da avenida Corrientes, do Teatro San Martín e do Palácio de Tribunales. Bem em frente fica o Paseo La Plaza. É uma das áreas mais caminháveis e acessíveis da cidade, ideal se você está passeando pelo centro.
Horário: abrimos todos os dias, das 12h à 1h da manhã (almoço, tarde e jantar). Perfeito para um almoço tardio ou um jantar depois do teatro.
Reservas: é só chamar no WhatsApp no (54) 117-113-2585 que reservamos a sua mesa. Nos fins de semana e na alta temporada, vale a pena reservar.
Formas de pagamento: aceitamos cartões de crédito e débito, dinheiro e Mercado Pago.
Está em Buenos Aires? Venha comer no Pepito
Comida portenha de verdade, porções que não decepcionam e o atendimento de sempre. Como dizem os nossos clientes brasileiros: vale muito a pena a visita.
👉 Reserve sua mesa pelo WhatsApp ou conheça o nosso cardápio em pepitobodegon.com.ar
Bem-vindos ao Pepito. Esperamos por você.
Perguntas frequentes
O Pepito abre todos os dias, das 12h à 1h da manhã. É uma ótima opção tanto para um almoço tardio quanto para um jantar depois do teatro.
Não é obrigatório, mas nos fins de semana e na alta temporada é recomendável reservar. Você pode nos chamar pelo WhatsApp que reservamos a sua mesa.
Não, o Pepito é um bodegón com parrilla: o asado argentino tradicional, sem rodízio. A picanha não é o foco da casa; os cortes-estrela são o bife de chorizo, o ojo de bife e a tira de asado (a costela argentina na brasa).
No churrasco brasileiro os cortes costumam ir ao espeto, e na churrascaria vêm no rodízio. O asado argentino vai na grelha (a parrilla), em fogo mais baixo e por mais tempo, e é servido no prato ou numa parrillada para dividir, que inclui também as achuras (miúdos como mollejas, chinchulines e riñones).
Não temos cardápio em português, mas a nossa equipe se esforça para atender bem os clientes brasileiros. Espanhol e português se entendem bastante, e do nosso lado sempre tem alguém disposto a ajudar.
Aceitamos cartões de crédito e débito, dinheiro e Mercado Pago. Os preços do cardápio estão em pesos argentinos.
Sim. É só pedir a senha ao garçom quando sentar na mesa.
Sim, o cardápio tem opções variadas para diferentes preferências alimentares.
Sim. Ficamos na rua Montevideo, 383, no centro de Buenos Aires, a poucos passos da avenida Corrientes, do Teatro San Martín e do Palácio de Tribunales, bem em frente ao Paseo La Plaza.
Os brasileiros costumam elogiar a milanesa (a famosa Milanesa Pepito), a carne e o asado, além das massas. E um aviso: as porções são generosas, então venha com fome.
